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Terreno


COND. VILLAGE MOUTONNEE
SALTO-SP
Cód: LTC-180

$110,000.00

Terreno


VILA DOS EUCALIPTOS
SALTO-SP
Cód: LT-156

$88,000.00

Apartamento

2 Quarto(s)
ED. ITALIA
SALTO-SP
Cód: LOC-041

Locação:$1,100.00

Casa

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. PLANALTO
SALTO-SP
Cód: CS-309

$310,000.00

Apartamento

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
GREEN PARK II
SALTO-SP
Cód: CSC-291

Terreno


COND. HARAS SÃO LUIZ
SALTO-SP
Cód: LTC-036

$280,000.00

Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. CELANI
SALTO-SP
Cód: CS-306

$390,000.00

Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
ICARAÍ FECHADO
SALTO-SP
Cód: CSC-289

$650,000.00

Casa

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. ELIZABETH
SALTO-SP
Cód: CS-304

$295,000.00

Casa

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. 3 MARIAS
SALTO-SP
Cód: CS-296

$325,000.00

Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
COND. CENTRAL PARQUE
SALTO-SP
Cód: CSC-288

Casa

3 Quarto(s) | 3 Suíte(s)
COND. MONTE BELO
SALTO-SP
Cód: CSC-287

$2,100,000.00

ÚLTIMOS CADASTRADOS

$720,000.00

Sobrado
| 3 Suíte(s)
COND. CENTRAL PARQUE
SALTO-SP

$245,000.00

Apartamento
2 Quarto(s)
RESIDENCIAL VILA MURANO
SALTO-SP

$88,000.00

Terreno
VILA DOS EUCALIPTOS
SALTO-SP

$110,000.00

Terreno
COND. VILLAGE MOUTONNEE
SALTO-SP

$200,000.00

Casa
2 Quarto(s)
VILA PROGRESSO
SALTO-SP

$125,000.00

Terreno
COND. TRES LAGOS
MAIRINQUE-SP

NOTÍCIAS

Veja concursos e seleções com inscrições abertas na PB de 18 a 25 de novembro

São cinco editais com 462 vagas de emprego em cargos de todos os níveis de escolaridade. selo concursos opcao 02 Editoria de arte/G1 Cinco editais publicados de concursos e seleções na Paraíba oferecem 462 vagas de emprego nesta semana de 18 a 25 de novembro. Concurso da Câmara Municipal de Campina Grande Vagas: 37 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 954 a R$ 1.483,40 Prazo de inscrição: até 6 de dezembro Local de inscrição: site da organizadora, Cpcon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental) e R$ 80 (nível médio/técnico) Provas: 27 de janeiro de 2019 Edital do concurso da Câmara Municipal de Campina Grande Concurso da Prefeitura e da Câmara de Pilõezinhos Vagas: 73 | 2 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior | fundamental e médio Salários: R$ 954 a R$ 9 mil mais gratificação | R$ 954 e R$ 1 mil Prazo de inscrição: até 6 de dezembro Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental) R$ 80 (médio e técnico) e R$ 100 (superior) Provas: 27 de janeiro de 2019 Editais: Prefeitura e Câmara Concurso da Prefeitura de Araçagi Vagas: 52 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 954 a R$ 5.500 mais gratificação Prazo de inscrição: até 6 de dezembro Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental) R$ 80 (médio e técnico) e R$ 100 (superior) Provas: 27 de janeiro de 2019 Edital do concurso da Prefeitura de Araçagi Concurso da Prefeitura de Cuitegi Vagas: 78 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 954 a R$ 9.054 Prazo de inscrição: até 6 de dezembro Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 60 (nível fundamental), R$ 80 (nível médio/técnico) e R$ 100 (nível superior) Provas: 27 de janeiro de 2019 Edital do concurso da Prefeitura de Cuitegi Concurso da Prefeitura de Conceição Vagas: 220 Níveis: fundamental, médio e técnico Salários: R$ 954 a R$ 4 mil Prazo de inscrição: até 23 de dezembro Local de inscrição: site da organizadora, Contemax Taxas de inscrição: R$ 40 (nível fundamental), R$ 60 (nível médio/técnico) e R$ 80 (nível superior) Provas: 20 de janeiro de 2019 Edital do concurso da Prefeitura de Conceição

Regiões metropolitanas de SP e BH lideram criação de emprego no país

Retomada do emprego formal no Brasil tem sido desigual, mostra levantamento do Ibre/FGV. Comportamento do emprego formal é desigual no país Gabriel Costa/G1/Arquivo As regiões metropolitanas de São Paulo e Belo Horizonte têm liderado a criação de postos formais de trabalho no país ao longo dos últimos 12 meses. O desempenho desses dois locais contrasta com boa parte do restante do Brasil e indica que a lenta retomada do mercado de trabalho é bastante desigual pelo país. Nos 12 meses acumulados até setembro, foram abertas 46 mil vagas com carteira de trabalho em São Paulo e 43,5 mil postos em Belo Horizonte. Os números foram compilados pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Comportamento do emprego Arte/G1 "A criação de empregos em São Paulo e Belo Horizonte estava estagnada até julho", afirma o pesquisador de economia aplicada do Ibre/FGV Daniel Duque. "Em agosto e setembro, começou a haver um crescimento do emprego nesses dois locais." As duas regiões, segundo de Duque, têm um elevado número de pessoas ocupadas e, portanto, é natural que elas se destaquem em momentos de alívio no emprego. O engenheiro Gustavo Benedini sentiu esse movimento do mercado de trabalho em São Paulo. Em novembro de 2017, foi demitido de uma fabricante de ônibus e só voltou a ter emprego em agosto, mês em que foi contratado por uma montadora no ABC paulista. "Logo que fui demitido já comecei a procurar emprego. Senti que o mercado ficou aquecido até março, abril, com as empresas me chamando para entrevistas. Depois, os contatos diminuíram", diz Benedini. "Só consegui me recolocar em agosto, mas por um salário mais baixo do que ganhava." A compilação dos dados do Caged também deixa evidente a dificuldade de algumas regiões para recuperar o mercado de trabalho local. Enfrentando uma severa crise fiscal, o Rio de Janeiro tem o pior resultado do país. Em 12 meses até setembro, foram destruídas 20,6 mil vagas. “A situação do Rio continua ruim, mas ela já foi pior”, afirma Duque. No início do ano, por exemplo, nos 12 meses encerrados em janeiro, a região chegou a acumular o fechamento de 88 mil postos. Na avaliação do pesquisador, o saldo de emprego deve voltar a ficar positivo no Rio no início do próximo ano. Mercado de trabalho ainda está fraco Desempregados faziram fila em mutirão de emprego no Vale do Anhangabaú, Centro de São Paulo Werther Santana/Estadão Conteúdo Embora o Brasil tenha voltado a criar vagas formais, o retrato do mercado de trabalho é de decepção. No início do ano, bancos e consultorias chegaram a prever que o Caged encerraria 2018 com saldo positivo de 1 milhão de postos. Hoje, as projeções são bem mais modestas. "De fevereiro até julho, houve pouca criação de vagas no país", diz o economista do banco Santander Lucas Nóbrega. "Os dados dos últimos meses até são animadores, e a gente espera que o país crie entre 400 mil e 500 mil vagas de emprego neste ano." Em setembro, o Brasil abiu 137,3 mil postos com carteira assinada. Foi o melhor resultado para o mês em cinco anos. No acumulado do ano, o país acumula abertura de 719 mil vagas formais. "Os números do Caged têm vindo de fato bem fortes e com sinalização continua de recuperação depois da greve de maio, o que é mais surpreendente ainda", diz o economista-chefe da consultoria MB Associados, Sergio Vale. Ele projeta abertura de 600 mil vagas este ano e de até 1 milhão em 2019. "Mas o número do ano que vem está atrelado à condução da economia, especialmente da reforma da previdência", afirma Vale.

O que você daria para trabalhar em um cantinho só seu?
Escritórios abertos são uma moda que pegou nas empresas nas últimas décadas. A ideia tem defensores, que argumentam que a configuração sem salas individuais ou paredes aumenta a comunicação nos escritórios e, com cada um sabendo o que o outro está fazendo, a produtividade dos funcionários. É uma tendência poderosa a ponto de, segundo pesquisa recente, 8 em cada 10 empresas nos Estados Unidos possuírem este formato. Mas se você trabalha em um ambiente assim, do que abriria mão para ter o contrário, um canto só seu? Foi a pergunta que a empresa de pesquisas americana YouGov fez a quatro mil empregados de escritórios, dos quais 400 trabalham especificamente em espaços abertos. Eis alguns benefícios que seriam trocados por mais privacidade. O bônus salarial anual Cinco dias de férias O direito de sair mais cedo nas sextas-feiras de verão Trabalhar perto de uma janela A máquina de café As festas de fim de ano na empresa Três em cada 10 empregados entrevistados disseram que evitam revelar seus pensamentos ao conversar no telefone, evitando que os outros as ouçam. Quase dois em cada 10 acham que a qualidade de vida diminuiu em um escritório aberto e 13% pensam em deixar o emprego depois da mudança para um espaço com pouca privacidade. E o resultado nem mesmo é o aumento da colaboração. Ao analisar o efeito da mudança no espaço de trabalho numa das sedes da OpenCo, uma agência de publicidade da África do Sul, de salas e departamentos para uma grande área aberta, Ethan S. Bernstein e Stephen Turban, dois economistas da Universidade de Harvard, descobriram o contrário. No começo do experimento, os participantes, 52 funcionários da agência, usaram durante 15 dias um pequeno dispositivo criado pelo MIT, o Massachusetts Institute of Technology, conhecido como sociômetro, que é capaz de medir as interações ao vivo, face a face. Com todo mundo no mesmo espaço, a ideia era de que a inteligência coletiva aumentaria na empresa, mas, depois de três meses, os aparelhos registravam uma queda de 70% nas interações no ambiente de trabalho. A quantidade de e-mails enviados entre todos, por sua vez, ficou 56% maior. Já a quantidade de mensagens via Instant Messenger (o estudo foi antes do Whatsapp) para responder subiu 20%. E se antes da mudança as conversas ao vivo somavam quase seis horas diárias, depois caíram para menos de duas, substituídas por mensagens eletrônicas. Mas isso é preocupante? Segundo a própria OpenCo, a produtividade dos empregados caiu depois da mudança. Por isso, um segundo experimento foi realizado em outra sede da empresa, com outros 100 funcionários, analisando como interagiam com a pessoa sentada mais próxima. Pois mesmo se sentando mais perto, as duplas passaram a se comunicar menos ao vivo depois da mudança do escritório para um espaço aberto. O efeito ainda aumentava conforme as mesas ficavam mais distantes. A transição para um espaço aberto não necessariamente cria mais interatividade, sugerem os dois experimentos. O estudo de Harvard não culpa as comunicações eletrônicas pela queda na produtividade. Outros trabalhos inclusive apontam que usar mais o email aumentou a produtividade em alguns locais. Mas a interação humana no trabalho é mais complexa e afetada por outros fatores além da simples arquitetura.

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