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VILLAGE MOUTONNEE
SALTO-SP
Cód: LTC-187

$120,000.00

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3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
COND. VILLAGE MOUTONNEE
SALTO-SP
Cód: CSC-304

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VILA ROMAO
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LAGOS D'ICARAI
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LAGOS D'ICARAI
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FLAT ILHA GRANDE
SALTO-SP
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Locação:$1,000.00

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COND. SOLAR DOS PASSAROS
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NOTÍCIAS

Glifosato: decisão da justiça americana associa agrotóxico liberado no Brasil a câncer

O grupo alemão Bayer, que comprou a Monsanto, rejeitou fortemente as acusações de que o herbicida Roundup, à base de glifosato, seja cancerígeno. Herbicidas Roundup, da Monsanto Arquivo/Mike Blake/Reuters Um júri de San Francisco, nos Estados Unidos, decidiu na terça-feira (19) que o agrotóxico mais usado do Brasil e no mundo foi um "fator importante" no desenvolvimento do câncer de um homem. Ações da Bayer desabam após novo júri relacionar Roundup a câncer Trata-se do herbicida Roundup, à base de glifosato, principal ingrediente ativo de diversos pesticidas usados em plantações e jardins. No mês passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) propôs manter liberada a venda de glifosato no Brasil, já que não haveria evidências científicas de que a substância cause câncer, mutações ou má formação em fetos. O grupo alemão Bayer, que comprou a Monsanto, fabricante do produto, rejeitou fortemente as acusações de que a substância seja cancerígena. Mas o júri decidiu por unanimidade que o pesticida contribuiu para o linfoma não Hodgkin (LNH) de Edwin Hardeman, de 70 anos, que vive na Califórnia. A próxima etapa do julgamento vai considerar a responsabilidade e os danos causados pela Bayer. Durante a segunda fase, que começa nesta quarta-feira, espera-se que os advogados de Hardeman apresentem evidências mostrando os supostos esforços da Bayer para influenciar cientistas, agências reguladoras e a opinião pública sobre a segurança de seus produtos. O grupo alemão, que adquiriu o Roundup como parte da aquisição da concorrente americana Monsanto por US$ 66 bilhões, disse que ficou desapontada com a decisão inicial do júri. "Estamos confiantes de que as evidências na segunda fase vão mostrar que a conduta da Monsanto foi apropriada e que a empresa não deve ser responsabilizada pelo câncer de Hardeman", declarou a empresa. A Bayer continua "a acreditar firmemente que a ciência confirma que os herbicidas à base de glifosato não causam câncer". Este é o segundo processo de cerca de 11,2 mil ações judiciais contra o Roundup a ir a julgamento nos EUA. Em agosto do ano passado, a Monsanto foi condenada em primeira instância pela Justiça americana a pagar US$ 289 milhões (R$ 1,1 bilhão) a um homem com câncer - ele alegava que a doença foi causada por herbicidas da empresa, como o Roundup. As ações da Bayer despencaram na época. A indenização foi posteriormente reduzida para US$ 78 milhões e está em fase de recurso. Uso frequente A Bayer argumenta que décadas de estudos e avaliações regulatórias mostraram que o agrotóxico é seguro para uso humano. Hardeman usou o herbicida com regularidade de 1980 a 2012 em sua propriedade em Sonoma County, na Califórnia, e acabou sendo diagnosticado com linfoma não Hodgkin, que tem origem nas células do sistema linfático. Seus advogados, Aimee Wagstaff e Jennifer Moore, afirmaram em comunicado conjunto que seu cliente estava "satisfeito" com a decisão. "Agora podemos nos concentrar nas evidências de que a Monsanto não adotou uma abordagem objetiva e responsável para a segurança do Roundup", acrescentaram. "Em vez disso, fica claro pelas ações da Monsanto que a empresa não se importa particularmente se seu produto está, de fato, causando câncer às pessoas, e em contrapartida se concentra em manipular a opinião pública e enfraquecer quem levanta preocupações genuínas e legítimas sobre a questão." Outro julgamento envolvendo o Roundup está marcado para começar no dia 28 de março no tribunal estadual de Oakland, também na Califórnia - um casal com linfoma não Hodgkin afirma que a doença foi causada pelo pesticida. O que é glifosato? O glifosato foi introduzido pela Monsanto em 1974, mas sua patente expirou em 2000, e agora o produto químico é vendido por vários fabricantes. Nos EUA, mais de 750 produtos contêm a substância. Em 2015, a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer, da Organização Mundial de Saúde (OMS), concluiu que o glifosato era "provavelmente cancerígeno para humanos". No entanto, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA insiste que é seguro quando usado com cuidado. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) também afirma que é improvável que o glifosato cause câncer em humanos. Em novembro de 2017, os países da União Europeia votaram para a renovação da licença do glifosato, apesar das campanhas contra a substância.

Sem tratamento especial na OMC, Brasil perde 'poder de barganha', mas ganha status de país desenvolvido; ENTENDA

Para especialistas, ao abrir mão do tratamento diferenciado na OMC, país demonstrou que consegue negociar em condições iguais com nações ricas; veja as implicações. Brasil abre mão de tratamento especial na OMC para fazer parte da OCDE Reprodução/JN O Brasil aceitou abrir mão do tratamento especial que recebe na Organização Mundial do Comércio (OMC). Em troca, receberá o apoio dos Estados Unidos a sua entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o "clube dos países ricos". Entenda o que está em jogo na relação entre o Brasil e a OCDE Encontro acende debate sobre tratamento especial na OMC Na prática, o Brasil deve deixar de se autodeclarar como uma economia emergente e aceita negociar com as nações ricas em condições de igualdade nas relações comerciais. O status diferenciado da OMC dá aos países mais pobres alguns benefícios, como o direito a prazos mais longos nas disputas e condições especiais para fechar acordos de livre-comércio. Cerca de 40 nações, dos 164 membros, possuem este status. Países como os EUA se opõem a esta tratamento. Menor poder de barganha Para o professor de relações internacionais e direito internacional do Ibmec, Vladimir Feijó, a principal mudança para o Brasil é a perda do poder de barganha nas disputas. “O Brasil tem passado a imagem de que está preparado para abrir mão do protecionismo. A indústria brasileira vê isso com bons olhos, mas a agricultura resiste”, explica. Ao perder este tratamento, o Brasil não poderá, por exemplo, recorrer à chamada “cláusula de habilitação”, usada por países em desenvolvimento para facilitar os acordos de comércio, explica a especialista em comércio internacional, sócia do escritório Barral M Jorge Consultores Associados, Renata Amaral. Essa cláusula permite que, em acordos de comércio, países desenvolvidos ofereçam tratamento diferenciado e mais vantajoso a países em desenvolvimento. “Parece algo que será implementado de forma gradual. A proposta dos EUA afeta o status do país nas negociações atuais e futuras, mas não o que já foi acordado anteriormente e está em vigor”, diz Renata. O Brasil nem sempre recorreu ao status especial em negociações recentes. No caso de subsídios brasileiros ao setor agrícola, o país não aplica o limite maior, de 10%, permitido aos países em desenvolvimento. As nações desenvolvidas tem um limite ao redor de 5%. Para Renata, da Barral M Jorge, o texto firmado entre os governos Bolsonaro e Trump poderia ter sido mais bem elaborado. “Foi um golaço para os EUA em termos de comércio, e poderia ter sido mais positivo para o país, por mais que seja algo vago e gradual. Não foi uma negociação equilibrada”, afirma Renata. Aumento de custos para o Brasil O fato de se considerar um país desenvolvido – e assim obter o apoio para ingressar na OCDE – pode gerar um custo adicional para o Brasil, considera o professor Feijó, do Ibmec. Isso porque os países mais ricos são mais cobrados a contribuir para as organizações internacionais. "O fato de aderir à OCDE vai gerar um gasto obrigatório para o governo custear a OCDE. O México paga em torno de US$ 5 milhões por ano", explica o professor. "Só o futuro dirá se isso vai trazer dinheiro para dentro a ponto de compensar pagar por isso". O Brasil já vinha sofrendo pressão dentro do Banco Mundial (Bird) para perder o status de país em desenvolvimento – o que dá a ele preferência na concessão de crédito, em detrimento de nações mais ricas. Na ONU (Organização das Nações Unidas), o país também já foi cobrado a aumentar sua contribuição, lembra Feijó. O Brasil é considerado pelo Bird uma “upper level economy” (do inglês, economia de nível mais elevado), por estar entre as 10 maiores do mundo. Passo ousado Para o economista chefe da Austin Rating, Alex Agostini, a autodeclaração do Brasil como um país desenvolvido na OMC foi um passo muito ousado. “Talvez o Brasil ainda não esteja preparado para ser tratado em condição de igual para igual", diz. Na visão de Agostini, o governo brasileiro quer demonstrar que está num ponto de maturidade econômica e precisa abrir seu mercado. ”Talvez se queira demonstrar que o país está no caminho para fazer os ajustes necessários”. O economista da Austin Rating vê alguns riscos da retirada do status. Por exemplo, ter que abrir mão de produção e abrir espaço para concorrentes em algumas áreas. “Isso vai afetar produtores em alguns setores – esses sobre os quais vira e mexe a gente vê briga na OMC. Aí você afeta preço e produtores podem perder mercado”, aponta. Por outro lado, ele acredita que o país pode atrair mais investimentos estrangeiros. “Para ser um país mais atrativo para investimentos, eu tenho que ter uma situação de governança que seja interessante, não é só diminuir o risco.”

Aneel quita empréstimo, e tarifa de energia ficará, em média, 3,7% mais barata

Com a medida, consumidores deixarão de pagar R$ 6,4 bilhões na conta de luz neste ano. Empréstimo bancário socorreu distribuidoras de energia durante crise hídrica de 2014. Diretor-geral da Aneel, André Pepitone, anuncia que conta de luz ficará, em média, 3,7% mais barata O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, anunciou nesta quarta-feira (20) que as contas de energia ficarão, em média, 3,7% mais baratas em 2019. Isso será possível porque o governo e a agência fecharam acordo com bancos para antecipar a quitação de um empréstimo feito em 2014 para ajudar as distribuidoras de energia a pagar o custo extra gerado pelo uso mais intenso de termelétricas. Naquele ano, o país sofreu com a falta de chuvas que reduziu drasticamente o nível dos reservatórios de hidrelétricas e foi preciso acionar mais usinas térmicas. O problema é que a energia gerada por elas é mais cara, porque é feita por meio da queima de combustíveis como óleo e gás natural. Em 2015 a Aneel informou que o empréstimo para socorrer as distribuidoras custaria R$ 34 bilhões aos consumidores. Desse total, R$ 12,8 bilhões se referiam a juros. Queda no armazenamento de água de hidrelétricas em 2014 levou a uso mais intenso de térmicas e à necessidade de empréstimo Divulgação Desde aquele ano, vem sendo cobrado um valor adicional nas contas de luz de todos os brasileiros para pagar as parcelas do empréstimo. A previsão inicial era de que ele fosse quitado em 2020. Em 2015, a agência estimava que essa cobrança provocaria um aumento de 5 a 6 pontos percentuais nas contas de luz. Com a quitação antecipada do empréstimo, os consumidores deixarão de pagar R$ 6,4 bilhões nas contas de luz em 2019. É isso que fará com que as contas de luz fiquem, em média, 3,7% mais baratas. Para 2020, a previsão é que os consumidores deixem de pagar R$ 2 bilhões nas tarifas de energia, o que permitirá uma redução média de 1,2% nas tarifas. Socorro a distribuidoras Pela regra do setor elétrico, as distribuidoras deveriam pagar pelo custo extra com uso das termelétricas e, depois, serem ressarcidas nas revisões tarifárias, que ocorrem todos os anos. Ou seja, os consumidores pagariam essa conta de qualquer maneira. Na época, porém, as distribuidoras alegaram que a conta era muito alta e que não dispunham de recursos para fazer frente a ela. Por isso o governo optou pelo empréstimo bancário. O quitação agora vai ser possível porque, além de recursos para quitar as parcelas do empréstimo, também foi cobrado dos consumidores uma espécie de seguro, que era depositado em uma conta reserva. Por ano, esse empréstimo custa R$ 8,4 bilhões aos consumidores de todo o Brasil, com exceção dos de Roraima, que não pagam as parcelas porque o estado não está interligado ao Sistema Interligado Nacional (SIN). "Dos pagamentos mensais, parte é utilizado para amortizar o empréstimo e parte para criar uma conta de reserva conforme o acordo. Identificamos que em setembro de 2019 o fundo seria constituído por R$ 7,2 bilhões e que o saldo devedor seria de R$ 6,45 bilhões, de tal forma que teria recurso para quitar a operação de forma antecipada", afirmou. Segundo Pepitone, o saldo que restar em conta será devolvido aos consumidores. Negociação Atualmente, o empréstimo está ligado a oito bancos (Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Banrisul, Itaú, Bradesco, Santander, Citibank). Esses bancos cobraram uma taxa de 2% do saldo restante para aceitarem o pagamento antecipado. Segundo o presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri, isso significa um custo de R$ 140 milhões, o que é um valor inferior ao que seria pago de juros durante o período. O cálculo dos próximos reajustes tarifários já levará em consideração o efeito redutor de 3,7% da antecipação. Para as distribuidoras que já passaram pelo reajuste de 2019, caso da Light, no Rio de Janeiro, a Aneel fará uma revisão extraordinária para retirar esse custo da tarifa.

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