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Apartamento

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
COND. RES. ALPHA CLUB
SOROCABA-SP
Cód: CSC-271

$215,000.00

Terreno


JD. PLANALTO
SALTO-SP
Cód: LT-149

TERRENO COMERCIAL

Casa

2 Quarto(s)
CENTRO
SALTO-SP
Cód: CS-253

$330,000.00

Sobrado

4 Suíte(s)
COND. IBITI ROYAL PARQUE
SOROCABA-SP
Cód: CSC-270

$3,200,000.00

Galpão


NUCLEO INDUSTRIAL ALERT
SALTO-SP
Cód: LOC-118

Locação:$8,000.00

Apartamento

1 Quarto(s)
ED. ESTELA
SALTO-SP
Cód: CSC-256

$180,000.00

Casa

3 Suíte(s)
ICARAÍ FECHADO
SALTO-SP
Cód: LOC-097

Locação:$2,000.00

Apartamento

2 Quarto(s)
SALTO VILLE
SALTO-SP
Cód: LOC-092

$170,000.00

Apartamento

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
MOUTONNEE RESIDENCE
SALTO-SP
Cód: CSC-249

$255,000.00

Casa

2 Quarto(s)
JD. SÃO FRANCISCO
SALTO-SP
Cód: CS-281

$390,000.00

Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
ICARAÍ FECHADO
SALTO-SP
Cód: LOC-087

Locação:$2,700.00

Apartamento

2 Quarto(s)
SÃO PEDRO E SÃO PAULO
SALTO-SP
Cód: CSC-262

$245,000.00

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Locação:$700.00

Casa
1 Quarto(s)
JD. ELIZABETH
SALTO-SP

$350,000.00

Sobrado
3 Quarto(s)
JD. SANTA TEREZINHA
SALTO-SP

$215,000.00

Apartamento
2 Quarto(s)
| 1 Suíte(s)
COND. RES. ALPHA CLUB
SOROCABA-SP

TERRENO COMERCIAL

Terreno
JD. PLANALTO
SALTO-SP


Locação:$1,000.00

Casa
2 Quarto(s)
CENTRO
SALTO-SP

$3,200,000.00

Sobrado
| 4 Suíte(s)
COND. IBITI ROYAL PARQUE
SOROCABA-SP

NOTÍCIAS

Brasileiro leva em média 14 meses para conseguir emprego, diz pesquisa do SPC Brasil e CNDL
61% dos desempregados entrevistados estão dispostos a ganhar menos que no último emprego. Brasileiro leva 14 meses, em média, para encontrar um emprego O brasileiro está levando mais tempo para encontrar um emprego. Em 2017, a espera era de 14 meses, dois meses a mais que em 2016, quando eram 12 meses. Os dados são da pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). No perfil de quem mais tem dificuldade de voltar ao mercado, 59% são do sexo feminino, com média de idade de 34 anos; 54% têm até o ensino médio completo, 95% pertencem às classes C/D/E e 58% têm filhos, a maioria menor de idade. Entre os que já tiveram um emprego antes, 34% atuavam no segmento de serviços, enquanto 33% no setor de comércio e 14% na indústria. A média de permanência no último emprego foi de aproximadamente dois anos e nove meses. A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL mostra ainda que 6 em cada 10 desempregados (61%) estão dispostos a ganhar menos do que recebiam no último emprego – uma queda em relação ao ano passado, quando o índice era de 68%. As principais justificativas são que o que importa atualmente é voltar ao mercado de trabalho (23%) e arrumar um emprego para pagar as despesas (22%). Por outro lado, 39% não estão dispostos a receber menos, sendo a razão mais citada o fato de encararem o salário menor como regressão profissional (19%), seguido da possibilidade de ser difícil voltar ao patamar salarial que possuía antes (13%). O levantamento revela que, considerando aqueles que têm sido chamados para entrevistas desde que estão desempregados (40%), 56% chegaram a recusar alguma proposta, sendo que 18% o fizeram porque a remuneração ou benefícios eram insuficientes, enquanto 13% alegam que o local era muito distante de casa. Entre os desempregados, 66% estão procurando emprego, sendo que a média do tempo de procura por empregos é de quase 10 meses. Outros 25% estão recorrendo a fontes alternativas de renda enquanto não encontram emprego e 9% estão esperando por algo, porque procuraram uma oportunidade de trabalho por muito tempo sem sucesso. A grande maioria (78%) sente que tem condições de conseguir um emprego, sendo que os principais motivos são ter uma boa experiência profissional (40%), preencher cadastro em sites de empregos (27%) e ler com frequência jornais e sites de empregos em busca de vagas (27%). No último emprego, 40% dos desempregados possuíam carteira assinada, 14% eram informais e 11% autônomos ou profissionais liberais. Já 8% dos desempregados atuais estão buscando a primeira oportunidade profissional. Segundo o levantamento, entre aqueles que já tiveram algum emprego antes, 67% já haviam ficado desempregados anteriormente e 32% nunca haviam passado por essa situação. Mais da metade (57%) conhecem alguma outra pessoa que também está desempregada ou que teve de fechar sua empresa nos últimos três meses. Razões para demissão Em 56% dos casos, os entrevistados afirmam terem sido desligados da empresa, mas outros 17% garantem ter pedido demissão e 14% alegam que foi feito um acordo. Dentre os que foram demitidos, a maioria alega causas externas, principalmente ligadas à crise econômica, como redução de custos por parte da empresa para lidar com os efeitos da crise (35%), redução da mão de obra ociosa (12%) e o fechamento da empresa (11%). Levando em conta apenas os que pediram demissão, a principal razão apontada foi algum problema de saúde (15%), seguido da insatisfação com o salário (13%) e do desejo de poder dedicar mais tempo à família (11%). Perguntados sobre o tipo de oportunidade desejada pelos desempregados, 46% preferem os postos com carteira assinada, enquanto 29% mencionam qualquer vaga, independente do formato. Impacto do desemprego em casa A pesquisa analisou ainda o impacto do desemprego no contexto familiar - 34% deles garantem que há pelo menos mais uma pessoa sem trabalho na casa onde vivem. Cerca de 87% desses desempregados contribuíam financeiramente para as despesas da casa quando tinham um emprego, sendo que 41% eram ou ainda são os principais responsáveis e 29% não eram o principal responsável, mas continuam a ajudar de alguma forma. Por consequência do desemprego, 28% tiveram algum conflito familiar, sendo que os principais motivos foram a discordância quanto aos gastos da casa (13%) e brigas por causa da divisão do pagamento das contas (12%). Já 34% garantem que o desemprego motivou outras pessoas da casa, que antes não trabalhavam, a trabalhar ou fazer bicos. Em casos mais agravantes, 16% destes entrevistados afirmaram que após a perda do emprego algum integrante da família precisou interromper os estudos para trabalhar e ajudar nas despesas de casa.
Bovespa recua após ganhos recentes e decisão do governo de não votar reforma da Previdência
Na véspera, o índice avançou 0,32%, a 84.792 pontos, com as ações da Vale e da Gerdau entre as principais destaques do dia. O principal índice acionário da B3 mostrava fraqueza nos minutos iniciais de negócios desta terça-feira (20), após fechar no azul nos quatro pregões anteriores e com investidores digerindo a decisão do governo federal de desistir de votar a reforma da Previdência e priorizar medidas alternativas, destaca a Reuters. Às 10h37, o Ibovespa caía 0,33%, a 84.515 pontos. Veja a cotação. Na véspera, o índice avançou 0,32%, a 84.792 pontos, com as ações da Vale e da Gerdau entre as principais destaques do dia.
Petrobras fornecerá combustível e lubrificantes para McLaren na F1

Empresas também vão compartilhar tecnologias. Centro de Distribuição de Combustíveis da Petrobras em Porto Nacional Divulgação/Governo do Tocantins A Petrobras informou nesta terça-feira (20) que fechou uma parceria com a equipe de Fórmula 1 McLaren que prevê fornecimento de combustível e óleos lubrificantes, além do compartilhamento de tecnologias entre as duas empresas. O diretor de Desenvolvimento da Produção e Tecnologia da Petrobras, Hugo Repsold, e o diretor de Operações da equipe McLaren, Jonathan Neale, irão apresentar o acordo em entrevista nesta tarde, em São Paulo, segundo comunicado da empresa.

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