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Casa

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. CELANI
SALTO-SP
Cód: CS-306

$360,000.00

Flat

1 Quarto(s)
FLAT ILHA GRANDE
SALTO-SP
Cód: LOC-131

Locação:$1,000.00

Duplex

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. DOS TAPERAS
SALTO-SP
Cód: LOC-149

$496,000.00
Locação:$2,300.00

Terreno


LAGOS D'ICARAI
SALTO-SP
Cód: LTC-182

$145,000.00

Terreno


LAGOS D'ICARAI
SALTO-SP
Cód: LTC-166

$160,000.00

Casa

4 Quarto(s) | 2 Suíte(s)
COND. ZULEIKA JABOUR
SALTO-SP
Cód: CSC-300

$880,000.00

Casa

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JD. MARILIA
SALTO-SP
Cód: CS-313

$230,000.00

Sobrado

3 Quarto(s) | 2 Suíte(s)
COND. ZULEIKA JABOUR
SALTO-SP
Cód: CSC-218

$1,500,000.00

Terreno


COND. SANTA IZABEL
SALTO-SP
Cód: LTC-137

$100,000.00

Terreno


VILA DOS EUCALIPTOS
SALTO-SP
Cód: LT-156

$88,000.00

Apartamento

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
GREEN PARK II
SALTO-SP
Cód: CSC-291

Casa

3 Quarto(s) | 3 Suíte(s)
COND. MONTE BELO
SALTO-SP
Cód: CSC-287

$2,100,000.00

ÚLTIMOS CADASTRADOS

$145,000.00

Terreno
LAGOS D'ICARAI
SALTO-SP


Locação:$7,000.00

Salão Comercial
CENTRO
SALTO-SP


Locação:$900.00

Casa
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JD. ITAGUACU
SALTO-SP


Locação:$1,300.00

Casa
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COND. TORRE DE PEDRA
SALTO-SP

$250,000.00

Casa
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SÃO PEDRO E SÃO PAULO
SALTO-SP

$350,000.00

Casa
2 Quarto(s)
CENTRO
SALTO-SP

NOTÍCIAS

Bolsonaro levará pessoalmente ao Congresso proposta de reforma da Previdência, diz secretário
Proposta prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres; texto deve ser entregue na quarta e será analisado inicialmente pela CCJ da Câmara. Bolsonaro levará pessoalmente ao Congresso PEC da reforma da Previdência, diz secretário O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta segunda-feira (18) que o presidente Jair Bolsonaro entregará pessoalmente ao Congresso a proposta de reforma da Previdência Social. De acordo com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), o presidente também avalia se fará um pronunciamento à nação para dar explicações iniciais sobre a proposta do governo. A expectativa é de que a proposta seja assinada e entregue ao Congresso na próxima quarta (20). "Vai, ele vai levar [a proposta ao Congresso. [...] Ele vai entregar", disse ao ser questionado por jornalistas depois de uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Até o momento, o governo confirmou que a proposta vai prever idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres ao final de um período de transição de 12 anos. O texto de reforma da Previdência será uma proposta de emenda à Constituição (PEC) e começará a tramitar pela Câmara dos Deputados. Chegando ao Congresso, caberá ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidir o caminho que o texto vai seguir: se terá tramitação própria, independente, ou se vai ser processada em conjunto com a proposta de reforma que já tinha sido enviada pelo governo do presidente Michel Temer em 2016. Em entrevistas recentes, Maia sinalizou que não deve apensar (juntar) as duas propostas. Portanto, a expectativa é de que a tramitação da PEC se dará de forma independente. Veja as etapas que a PEC deverá percorrer para ser aprovada: Inicialmente, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), formada por 66 deputados, analisará a admissibilidade do texto e verificará se a proposta está de acordo com a Constituição e com as leis do país. Neste ponto, não há análise do conteúdo da PEC, apenas de seus aspectos formais. A CCJ tem cinco sessões para votar o texto. Concluída a etapa na CCJ, o presidente da Câmara terá de criar uma comissão especial, que se destina exclusivamente a analisar a PEC. No colegiado, osdeputados podem propor mudanças no conteúdo por meio de emendas. O próprio relator pode apresentar um novo texto (chamado de substitutivo), com alterações na proposta. A comissão especial tem 40 sessões para formular um parecer. Nas dez primeiras sessões, os deputados podem apresentar emendas à PEC, mas precisam ter assinaturas de, no mínimo, 171 deputados (1/3 da Câmara). O prazo de 40 sessões não precisa ser necessariamente esgotado. Na 11ª sessão, logo depois de encerrado o prazo de emendas, o relator já pode trazer seu parecer. Encerrada essa etapa, o parecer é publicado e, depois de duas sessões no plenário, pode ser incluído na pauta para votação. No plenário, são dois turnos de discussão e votação. Nas duas votações, a PEC precisa ser aprovada por, no mínimo, 308 deputados, 3/5 da composição da Casa. A votação é nominal, com registro eletrônico do voto. Entre os dois turnos, há um intervalo de cinco sessões. Caso o texto não alcance o número mínimo necessário, a PEC é considerada arquivada. Aprovada nos dois turnos, o texto segue para o Senado. Se for alterada em plenário pelos senadores, voltará para a Câmara. O texto só é considerado aprovado pelas duas Casas quando deputados e senadores chegam a uma proposta em comum – até lá, é enviado para uma e outra Casa depois das alterações. Com um texto em comum, a PEC segue para promulgação do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Tramitação em conjunto - caso Rodrigo Maia decida pela tramitação única com a proposta enviada pelo governo Temer, a nova PEC já iniciaria a tramitação do ponto onde o texto antigo parou, ou seja, já estaria pronta para ir ao plenário, sem passar por comissões. Mas, por outro lado, só poderia ser modificada pelo conjunto de 164 emendas já apresentadas à proposta da gestão Temer.
Consumo total de combustíveis se mantém estável em 2018, informa ANP
Ao todo, foram vendidos no mercado nacional 136,1 bilhões de litros no ano passado. O consumo de combustíveis se manteve estável em 2018, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ao todo, foram vendidos, no mercado nacional, 136,1 bilhões de litros no ano passado, o que representa uma alta de 0,03% frente ao ano anterior. Em 2017, a alta havia sido de 0,44%. Mesmo num ano marcado pela greve dos caminhoneiros, a comercialização de diesel fechou o ano com alta de 1,6%, para 55,6 bilhões de litros. Já as vendas de gasolina comum recuaram 13,1%, para 38,3 bilhões de litros. Diante do aumento do dólar e dos preços do petróleo no mercado internacional, a gasolina perdeu competitividade para o etanol hidratado. As vendas do biocombustível subiram 42,1%, para 19,3 bilhões de litros. Esse aumento, contudo, não foi suficiente para sustentar o crescimento do mercado do Ciclo Otto (veículos leves cujos motores operam com etanol e/ou gasolina), tradicionalmente vinculado ao consumo das famílias. O consumo de gás liquefeito de petróleo fechou 2018 com queda de 1%, para 13,2 bilhões de litros. O mercado de GLP é associado, sobretudo, ao segmento residencial, embora também seja vendido para comércio e indústrias. Outra queda relevante foi registrada no mercado de óleo combustível. Tradicionalmente vinculado ao comportamento do despacho das termelétricas, o derivado fechou 2018 com retração de 31,6%. Embalado pelo reaquecimento do mercado de aviação, as vendas de querosene de aviação (QAV) cresceram 6,7%. A comercialização de gasolina de aviação, no entanto, caiu 5,6%.
Drones não deixarão uma pizza na sua casa, mas devem revolucionar as entregas

Densidade populacional e quantidade de prédios ainda são impeditivos nas grandes cidades. Indústria deve ser a primeira grande usuária das aeronaves não tripuladas, dizem especialistas. Prime Air, novo drone da Amazon para realizar entregas de produtos. Divulgação/Amazon Provavelmente você já ouviu falar do uso de drones para entregas, principalmente por conta da Amazon. No entanto, suas funcionalidades vão muito além da ideia de receber, na porta de casa, uma pizza deixada por um desses veículos. Na 12ª edição da Campus Party, que terminou no último sábado (16), foram discutidas diversas outras aplicações para as entregas feitas por aeronaves não tripuladas. Aliás, muito antes do público comum receber qualquer encomenda em casa, os drones já estarão voando por aí entregando coisas em outras áreas. Uso industrial A indústria deve ser a primeira e maior beneficiária dos drones de entrega, segundo especialistas. Além da diversidade de aplicações e do maior investimento, o uso industrial também sai na frente por outra razão: a regulamentação. Atualmente, há restrições de uso de drones em centros urbanos por questões de segurança. A enorme quantidade de gente nas metrópoles, o excesso de construções, e a circulação de outros veículos ainda geram insegurança nas autoridades que comandam o espaço aéreo. “A regulamentação vem sendo pressionada pelo avanço da tecnologia”, afirmou Emerson Granemann, diretor da MundoGeo e organizador da DroneShow, feira de drones que acontece anualmente em São Paulo. Enquanto a legislação não avança, no sentido oposto, indústrias se beneficiam com a versatilidade dos drones e já tem utilização permitida aqui no Brasil. A maior vantagem é possuir grandes terrenos, com tráfego aéreo e circulação de pessoas reduzidos, deixando o ambiente mais seguro. Neste caso, as aeronaves não tripuladas podem ser usadas para otimizar a logística, transportando peças entre galpões, e evitando, por exemplo, que máquinas fiquem paradas de forma desnecessária. Drones da JD.com usados para entregar produtos na China. Divulgação/JD.com “Nas petrolíferas, em vez de levar uma peça de 1 kg de helicóptero entre as plataformas, vai ser possível fazer a entrega usando um drone”, diz Samuel Salomão, fundador da SMX, empresa brasileira especializada em transporte com drones. O custo é outra questão bastante relevante. De acordo com a consultoria NewtonX, o custo de uma entrega de 8 km é de US$ 13 com uma bicicleta, US$ 10 com um carro e US$ 0,80 com drone. Este último valor ainda deve cair pela metade até 2025. Até lá, os drones já devem ter se popularizado. “A partir do ano que vem já devemos ter aplicação privada nas cidades”, conta Salomão. Corrida contra o tempo De acordo com especialistas, a principal vantagem dos drones é a agilidade. Enquanto carro ou moto levam horas para atravessar uma cidade em horário de pico, as aeronaves podem fazer isso em pouco minutos. Em muitos casos, minutos a mais em uma entrega pode ser a diferença entre a vida e a morte. Por isso, outra aplicação que deve se popularizar é na área da saúde, com transporte de medicamentos, vacinas e até sangue. Drone da empresa Zipline usado para entregas na África Cyril Ndegeya/AFP É o caso da Zipline, uma empresa americana que atua em Ruanda e Gana, ambos países na África. Utilizando drones, a companhia transporta insumos médicos para locais onde é praticamente impossível chegar de forma rápida com outro tipo de veículo. Desde 2016, já foram realizadas cerca de 10 mil entregas, percorrendo mais de 1 milhão de km. Segundo a empresa, o tempo médio de entrega é de 30 minutos, contra 5 horas que um caminhão levaria para realizar o mesmo serviço. No Brasil, a SMX, empresa de Salomão, já fez mais de 30 entregas de medicamentos usando drones no interior de São Paulo. A primeira delas foi em agosto do ano passado. O próximo passo para Salomão é começar os testes em áreas com maiores desafios geográficos, como a transposição de rios e ilhas. "No momento, as entregas em grandes cidades não são possíveis pela regulamentação. Vamos acumulando horas de voo no interior, e provando que é seguro", disse. Entrega de medicamentos realizada por drone no Brasil Reprodução Drones serão complementares Com tantas utilizações, pode surgir um receio de que motoristas e entregadores percam seus empregos, e carros, motos e utilitários deixem de ser usados. “Não vamos boicotar carros e motos”, afirmou Pedro Curcio, diretor de uma empresa de entregas que utiliza motos e veículos utilitários, mas que já projeta o uso de drones para os próximos anos. A fala de Curcio mostra que drones de entrega não irão substituir outros tipos de modais. Eles serão complementares, já que, muitas vezes, as distâncias e o tamanho das encomendas são incompatíveis com as aeronaves. Ainda que não substitua totalmente os meios de transporte considerados convencionais, a retirada de veículos das ruas será inevitável. “O uso de drone nas cidades vai ajudar a desafogar o trânsito”, comentou Salomão. Questionado se a mudança no modo de realizar entregas pode causar demissões entre motoristas e entregadores, Curcio foi enfático. “Vamos transformar o motorista em operador de drone”. Pontos de coleta Entrega de medicamentos realizada por drone no Brasil Reprodução Ainda que a pizza não chegue na porta de casa, os especialistas acreditam que diversos outros produtos poderão ser entregues aos clientes de forma mais rápida e barata usando drones. As entregas deverão ser feitas em áreas específicas. “A partir daí, o cliente pode retirar no local, que pode ser um prédio comercial, ou o estacionamento de um shopping, por exemplo”, completa Curcio. Outra possibilidade é combinar o drone com algum outro modal, como motos e bicicletas, por exemplo.

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